A safra de noz-pecã de 2026 chega com expectativa especial em Anta Gorda. Em entrevista ao Eco Regional, publicada em 31 de março, Maria Tereza Furlanetto, da Um Cafuné, falou sobre o momento dos pomares, a demanda pelo produto e o papel do beneficiamento na agroindústria familiar.

Plantas carregadas e um ciclo ainda em aberto

Pomar de noz-peca em Anta Gorda

Referência: Eco Regional — Produtor projeta safra histórica de nozes em 2026

Crédito: Eco Regional

Maria Tereza destacou a expectativa de uma safra excepcional, com as plantas bem carregadas. Ainda assim, lembrou que o resultado final depende de condições favoráveis até a colheita -- um acompanhamento atento que faz parte do dia a dia de quem vive a produção de perto.

Demanda no mercado interno e na exportação

Além do cenário no campo, a conversa apontou para uma procura aquecida tanto no mercado interno quanto para exportação. Para a Um Cafuné, acompanhar esses movimentos ajuda a entender como a noz-pecã de Anta Gorda se conecta a diferentes destinos -- da mesa próxima à comercialização mais ampla da cadeia.

Por que o produto beneficiado sente menos as oscilações

Maria Tereza também explicou que os produtos beneficiados tendem a sofrer menos impacto diante de eventuais oscilações no preço da noz com casca. Ao incorporar outras etapas e custos de produção, o beneficiamento cria uma lógica própria de valor -- e é nesse caminho que a Um Cafuné transforma a matéria-prima em sabores prontos para o cotidiano.

Da safra ao cafuné de cada dia

Para a marca, a safra não é só número de colheita: é origem, ritmo e cuidado. Cada embalagem carrega o trabalho que começa no pomar e segue até o beneficiamento artesanal -- reforçando o vínculo entre a noz-pecã de Anta Gorda e os produtos Um Cafuné.